Roteiro de 3 dias em Kuala Lumpur | Malásia

Sugestão de roteiro de três dias em Kuala Lumpur, incluindo visita a Batu Caves

 

Visitamos a Malásia em maio de 2018, mas com apenas três dias disponíveis, optamos por ficar somente na capital Kuala Lumpur, apesar do desejo ter sido de esticar até outros pontos do país, especialmente alguns destinos de praias.

Se você está pensando em viajar para a Malásia, recomendo que leia o post que fiz com dicas gerais para visitar o país. Clique AQUI. Para hospedagem, veja nossa sugestão clicando aqui.

Agora, compartilhamos o dia-a-dia dos 3 dias que tivemos em Kuala Lumpur:

Dia 1 em Kuala Lumpur:

  • Chegada em Kuala Lumpur/Transfer/Check in no Hotel: mesmo saindo cedo de Singapura, com o deslocamento do aeroporto até a região central da cidade, fazer check in, almoçar, tomar um banho e sair do hotel, já estava quase no meio da tarde. Fizemos isso sem pressa! Consideramos primordial estar descansado, e apto para conhecer a cidade. Nada pior do que sair com dor de cabeça, mal-humorado, cansado e sem tomar banho. E como ficamos hospedados no Club Lounge do Mandarin Oriental, Kuala Lumpur, chegamos bem no horário do pequeno almoço servido para os hóspedes do Club Lounge. Nem preciso dizer que foi ótimo, né? Eu tenho um pouco de resistência de comer em hotel, porque sempre acho a comida cara e o restaurante nem tão bom… mas não tem nada mais cômodo do que viajar para a Ásia e ficar em hotéis que oferecem este tipo de conforto. E como eu contei no post review do MO Kuala Lumpur, as diárias deste hotel são bem mais em conta do que outros hotéis do grupo na Europa, por exemplo, e fazendo a reserva pela tarifa Club Lounge, o aumento é muito pouco. Ou seja, se tiver oportunidade ($), realmente compensa!
  • Petronas Twin Tower: ou como também são conhecidas Torres Petronas são dois arranha-céus da cidade, com 88 andares, e são, atualmente, o 6º maior edifício do mundo, com 451,9m de altura (de 1998 a 2003, foi considerado o maior alto edifício do mundo).

As torres foram construídas por uma construtora espanhola (Acciona) e é realmente impressionante sua estrutura em aço e vidro, inspirada na arquitetura muçulmana.

A maioria das pessoas que visita Kual Lumpur, fazem apenas a tradicional foto de frente para as torres, como abaixo. Mas você pode acessar a SkyBridge e o Observation Deck no interior das torres (primeiro o acesso a SkyBridge – aquela ponte que a gente vê indo de uma torre para a outra – e depois ao 86º andar).

A visita a SkyBridge e Observation Deck acontece diariamente, com exceção das segundas-feiras, no horário das 9h às 21h, valor do ticket em dez/2018 80MYR (em torno de R$ 74,00) por pessoa (adulto). Para adquirir o ingresso antecipadamente e não correr o risco de não conseguir, clique AQUI.

Instagram das Petronas Twin Towers, clique AQUI.

Petronas Twin Towers, em Kuala Lumpur

Dica/Informação: Para tirar uma foto que caiba integralmente as duas torres, você precisará de uma lente especial (nós utilizamos a 10/18mm da Canon, que é uma lente angular e consegue captar de forma mais ampla a paisagem). Se você não tem uma lente especial, pode comprar aquela lente “fisheye” para celular.

Agora se não tiver e mesmo se tiver uma lente que tire a foto de toda a torre, vai passar pelo assédio dos locais que insistentemente tentam vender uma lente destas para você. Não tenho nada contra as pessoas trabalharem vendendo produtos para turistas em pontos turísticos! Mas o que não acho bacana é insistir e incomodar ao ponto da gente quase perder a paciência! Nós não tivemos sossego um segundo sequer neste local e ao final, eu estava louca para sair de lá (só para terem ideia, o mesmo vendedor de lentes, me ofereceu por 3 vezes a fisheye em um espaço de 5 minutos!).

Para ver mais um pouquinho das Petronas Twin Towers, confira o vídeo abaixo que mostra os atores Sean Connery e Catherine Zeta-Jones, do Filme Armadilha (Entrapment), nas famosas torres de Kuala Lumpur:

Endereço das Petronas Twin Towers: Concourse Level, Petronas Twin Tower, Lower Ground, 50088, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • Suria KLCC: é um famoso shopping center / centro comercial de Kuala Lumpur, que está localizado na base das Petronas Twin Towers. Possui várias lojas internacionais e locais, além de cinema, restaurantes, aquário e inúmeras outras atrações (veja aqui). E por incrível que pareça, eu tinha lido em algum lugar que o Suria KLCC era um shopping de luxo. Sim. De fato é. Mas achei as coisas com um preço muito bom! Não vi o preço das lojas de luxo como Chanel, Prada, Gucci… mas outras marcas mais comuns, achei o preço ótimo!
Suria KLCC

Endereço Suria KLCC: KLCC, Lot 241 Level 2 Suria, Kuala Lumpur City Centre, 50088 Kuala Lumpur, Malásia

  • KLCC Park: um parque lindo que foi projetado para produção de vegetação às Petronas Twin Towers e consequentemente ao seu redor. E acabou que o KLCC Park se tornou um refúgio para uma cidade cheia de prédios e que, quase sempre, é quente.
KLCC Park, visto da janela do nosso quarto no Mandarin Oriental, Kuala Lumpur
  • KLCC Light Show (ou Esplanade Lake KLCC – o show de luzes no KLCC Park): 

Localizado no KLCC Park, fica o Lake Symphony, um lago artificial com duas fontes musicais, que exibem mais de 150 animações programadas em uma performance mágica de som e água. Os horários de show da KLCC Lake Symphony Light e Sound Water Fountain são às 8pm, 9pm e 10pm diariamente. No entanto, os horários das fontes de água do KLCC Lake Symphony (apenas iluminação) são 19: 30h, 20: 30h e 21: 30h diariamente.

Tínhamos até programado assistir ao show em um dos dias. Mas tivemos um jantar no restaurante Lai Po Heen do hotel que ficamos hospedados, que era literalmente em frente ao show das luzes, e da nossa mesa, assistimos a todos os shows de luzes daquela noite.

O Lake Symphony é gratuito.

Fonte: https://www.suriaklcc.com.my/attractions/esplanade-lake-symphony/

Dia 2 em Kuala Lumpur:

O nosso segundo dia em Kuala Lumpur, optamos por sair cedo para conhecer as Batu Caves e a Ramayana Cave, que ficam no distrito de Gombak, a aproximadamente 15km de KL. Você pode utilizar o Uber, que na Malásia é o Grab, ou ir de transporte público como foi o nosso caso (mas um pouco mais demorado!).

  • Batu Cave: para chegar nas Batu Caves da região central de Kuala Lumpur, você deve pegar o metrô até a KL Sentral, de lá pegar o trem KTM Komuter (em torno de R$ 3,00 a passagem), e depois de 8 paradas, você desembarca quase na entrada das Batu Caves. Este trajeto dura em torno de 35/40min, e o trem parte de 15 em 15 minutos.

As Batu Caves abrigam um dos maiores templos hindus fora da Índia, além de ser um dos pontos mais visitados da Malásia. Estima-se que elas tenham mais de 400 milhões de anos.

Antes de visitar a Malásia, e de fazer nosso roteiro, eu sinceramente achava que Kuala Lumpur possuía apenas as Torres Petronas e as Batu Caves. Parece que a grande maioria de turistas que visita a cidade, acaba visitando só estes dois pontos.

O complexo das Batu Caves consiste em três cavernas principais e algumas menores, sendo que a maior é conhecida como Cathedral Cave ou Temple Cave, tem um teto muito alto e apresenta diversos santuários hindus.

Entrada para as Batu Caves, na Malásia

Para subir até as cavernas, visitar os templos e ver a cidade de outro ângulo, você deve subir 272 degraus, que foram reformados em agosto de 2018, e estão atualmente multicoloridos. Quando fomos, em maio de 2018, eles estavam reformando a escadaria e pórtico de entrada, mas eu não imaginava que ficaria tudo tão colorido e diferente do dia em que visitamos.

Escadas para as Batu Caves, na Malásia

Enquanto sobe esta escadaria sob um calor insuportável (eu ainda estava derretendo com um lenço para cobrir o ombro, em sinal de respeito ao templo), você vai cruzando com vários macaquinhos que tentam subtrair qualquer objeto ou coisa que pareça um alimento. Então, fique esperto pois eles podem ser agressivos e jamais os alimente.

Figura constantemente presente nas Batu Caves

Quando chegar nas Batu Caves, você vai observar uma estátua enorme que parece guardar os templos no interior das cavernas.

Trata-se de uma estátua de Lord Murugan – uma divindade Hindu – com 42,7 m de altura, que custou cerca de 24 milhões de rúpias, é composta de 1550 m³ de concreto, além de 250 toneladas de barras de aço e 300 litros de tinta dourada que foi trazida da Tailândia. A estátua foi inaugurada em 2008, e é realmente surpreendente!

E o que pouca gente mostra, é o lado contrário da entrada da caverna. A primeira vez que via a imagem das Batu Caves, achei que era em um local desabitado, mais afastado da cidade, e cercado por muito verde… mas na verdade, elas estão localizadas em plena cidade. Ao fundo, é possível ver Kuala Lumpur, inclusive as Petronas Towers.

Vista do lado contrário ao Lord Murugan nas Batu Caves

 

Kuala Lumpur vista ao fundo (observe as Petronas e a KL Tower)

Algumas regras básicas para visitar as Batu Caves:

    • Não fume
    • Evite sapatos (não está proibindo, apenas pedindo para evitá-los)
    • Não cuspa
    • Não corra
    • Cães não são permitidos
    • Não alimente os macacos
    • Drones não são permitidos
    • Mendicância não é permitida
    • Não jogue lixo no chão, mantenha o local limpo
    • Não beije
    • Não use shorts ou saias curtas, decotes, fantasias, roupa sexy (é importante cobrir os ombros e joelhos).
Placa do que não é permitido nas Batu Caves

A religião hindu abrange diversas crenças e práticas religiosas a milhares de deuses e deusas, que são cultuados diariamente pelos adeptos da religião. São inúmeros rituais da religião, sendo um deles a oferenda aos deuses. Na porta das Batu Caves, você encontra quiosques/barraquinhas que vendem colores de flores, a mais comum das oferendas.

Ao lado das Batu Caves ficam as Dark Caves. E no dia do nosso passeio, no momento em que fomos lá, um passeio já tinha se iniciado e próximo demoraria um pouco para acontecer. Então, não animamos esperar.

As Dark Caves são hoje preservadas e abrigam muitos morcegos e insetos. Tenho certeza de que foi uma providência não ter conseguido visitar estas cavernas, pois tenho pavor de bichos e dizem que lá são vistos inúmeros deles! Ah, o passeio é feito com uma lanterna, já que o local é bem escuro. Agora imagine: um passeio de quase 45 minutos, em uma caverna escura, úmida e cheia de bichos? Vai encarar?

Há quem diga que o passeio pelas Dark Caves é melhor que o passeio pelas Batu Caves. Oh, meu Deus! Estará esta pessoa em sã consciência? 

O passeio nas Batu Caves é gratuito, enquanto o passeio às Dark Caves é pago (em torno de 35 MYR) e inclui guia.

Nota: em uma nota do site da empresa que gerenciava os passeios à caverna, anunciam o encerramento das atividades a partir de 28/01/2019. Não consegui checar se as Dark Caves continuam realizando passeios em seu interior, ou se apenas a empresa que administrava encerrou suas atividades. Se alguém tiver informações, por favor, compartilhe conosco!

  • Ramayana Cave: ao lado das Batu Caves existem outras cavernas que também possuem templos e são visitadas tanto por fiéis quanto por turistas. Diferente das Batu Caves, que está em um aspecto mais natural, Ramayana Cave possui um caminho traçado por inúmeras divindades que contam a história de Ramayana.

Logo que sair das Batu Caves, no sentido da estação de trem, você verá uma estátua verde de Hanumam, com 15m de altura, que simboliza a entrada para as cavernas.

Entrada de Ramayana Cave, na Malásia

A taxa de entrada para Ramayana Cave foi de 5 MYR, em maio de 2018. Se alterou depois disso, foi muito pouco.

Na caverna, a história e a vida do Senhor Rama é contada através de várias estátuas com iluminação colorida, o que deixa o ambiente mais acolhedor que as Batu Caves (crianças podem gostar bastante deste passeio).

Neste dia, passamos quase todo o dia na região próxima às Batu Caves. Quase na entrada das cavernas, existem lojas que vendem produtos e souvenirs indianos. Aproveitamos para passar lá e comprar alguns adornos para nossa casa. Sempre tive vontade de ter um Ganesha e um Buda Hindu, e lá, foi uma excelente oportunidade para adquiri-los.

No fim do dia, aproveitamos para curtir a estrutura do nosso hotel, já que estava muito quente e um banho de piscina foi ótimo! Aproveitamos também para ficar no Club Lounge do Mandarin Oriental Kuala Lumpur que oferece coquetéis aos hóspedes do Club com um pequeno jantar.

Dia 3 em Kuala Lumpur:

Nosso último dia em Kuala Lumpur, aproveitamos para ficar na região central e visitar alguns pontos importantes para a cidade. Pegamos a linha do metrô e descemos na estação Pasar Seni, que fica quase em frente ao Central Market de KL. De lá, da para visitar em curtas caminhadas tanto os templos quanto a Chinatown, a Mesquita e a praça Mederka.

  • Sri Mahamariamman Temple: é o mais antigo templo Hindu em Kuala Lumpur. Foi fundado em 1873, sendo que uma nova estrutura foi construída em 1968, apresentando uma torre ornamentada “Raja Gopuram“. Trata-se de um importante local de culto para os imigrantes indianos na cidade. Pagamos 0,20 MYR para deixar cada par de sapato na entrada do templo. Fiquei surpresa com o quão limpo era este templo (totalmente diferente do anterior que eu tinha visitado em Singapura!).

A torre que foi construída em 1968, na forma de uma pirâmide, é chamada de gopuram (uma torre de entrada do templo) e esta possui 5 níveis (veja pelas janelas/aberturas que simbolizam cada andar). Gopuram possui 22,9m e é decorada com representação de vários deuses hindus esculpidos por artesãos do sul da Índia.

A visita ao Templo é gratuita e sua localização é na Jalan Tun H S Lee, City Centre, 50000 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia.

  • Guan di Temple (também chamado de Kuan Ti Temple): quase em frente ao templo Hindu, é um templo taoísta de mais de 100 anos localizado na Chinatown de Kuala Lumpur. O templo é dedicado a Guandi, o deus taoísta da guerra e da literatura. O templo funciona diariamente, das 07h às 19h, e sua entrada é gratuita. Veja mais detalhes sobre o templo clicando aqui.

Endereço do Guan di Temple: 168, Jalan Tun H S Lee, City Centre, 50000 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • Sin Sze Si Ya Temple: meio que escondido nas ruas de Kuala Lumpur, pouco depois do Gandi Temple, há outro templo taoísta que é o mais antigo da cidade. Fundado em 1864, é dedicado aos deuses da derrota aos inimigos e que defenderam Kuala Lumpur durante a guerra civil (1870-1873). O que mais gostei deste templo foi a oportunidade de ver de perto o dia a dia dos que ali frequentam. Nada preparado para atrair turistas. Mas um templo religioso muito bem cuidado por seus adeptos.

Endereço de Sin Sze Si Ya Temple: 113A, Jalan Tun H S Lee, City Centre, 50050 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • Chinatown em Kuala Lumpur: como toda Chinatown – bagunçada e cheia – é uma pequena região perto dos templos que mencionei anteriormente, tendo como a principal rua “Petaling Street“. É uma possibilidade de ver de perto um pouco da cultura oriental, e de adquirir souvenirs com um ótimo preço. Você vai ver muito produto que parece ser de marca, mas, claro, é tudo de falsificado. Encontrei alguns produtinhos regionais bem bacanas tanto para adorno quanto para presentear.

  • Central Market: no limite da Chinatown, você encontra o mercado central de Kuala Lumpur, que foi um dos mais legais que já visitei no mundo. Super organizado e limpo, cheio de lojinhas de diversas partes do mundo, seja malaia, seja indiana, chinês, grega ou turca. É um paraíso para quem gosta de produtos assim. 

O Central Market de Kuala Lumpur funciona diariamente das 10h às 21:30h.

Endereço do Central Market em Kuala Lumpur: Jalan Hang Kasturi, City Centre, 50050 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • Asjid Jamek Sultan Abdul Samad (ou Jamek Mosque): é uma das mesquitas mais antigas de Kuala Lumpur. Depois do Central Market, seguimos a pé pela margem do Rio Kelang e tivemos uma primeira visão de frente da mesquita construída sobre um antigo cemitério malaio, em 1909. Jamek significa “onde as pessoas se encontram para adorar”, e é um belíssimo exemplar da arquitetura islâmica.

Endereço da Jamek Mosque em Kuala Lumpur: Jalan Tun Perak, City Centre, 50050 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • Mederka Square (Praça da Independência) e Edifício do Sultão Abdul Samad: a poucos metros da mesquita está localizada a Mederka Square, que teve muita importância histórica para a cidade e o país, já que foi bem nesta praça que a bandeira malaia foi içada pela primeira vez em 1957, declarando a independência do país. É um praça comum, sem nada que chame atenção (a não ser pela sua história) e pelo belíssimo Edifício do Sultão Abdul Smad localizado em frente a praça. O edifício é do final do século XIX, e atualmente abriga alguns ministérios malaios. A parte de trás do edifício é muito bonita e também merece uma visita. 

Endereço para o edifício e praça: Jalan Raja, City Centre, 50050 Kuala Lumpur, Wilayah Persekutuan Kuala Lumpur, Malásia

  • KL Tower (também conhecida como Menara KL): uma torre que foi construída em 1995 na cidade, e possui 421m de altura, e é considerada uma das mais altas do mundo. No último dia que tínhamos planejado visitá-la, depois de irmos na Praça da Independência, caiu uma chuva tão forte na cidade (dá para ver da foto abaixo), que não conseguimos cumprir o final do roteiro. A Torre foi construída para servir como torre de telecomunicações, mas acabou tornando-se ponto turístico e conta com um observatório e um restaurante giratório. No Sky Deck da torre, localizado a 300m do solo, há possibilidade de uma belíssima visão da cidade (se estiver em dias claros, e não com chuva como foi o nosso caso). E nesta parte da torre, também tem a famosa Sky Box, uma espécie de sala de vidro que se estende para fora do deck, proporcionando uma visão mais aventureira da cidade. Valor do ticket: a partir de 30 MYR. 

Endereço da KL Tower: No. 2 Jalan Punchak, Off, Jalan P Ramlee, Kuala Lumpur, 50250 Kuala Lumpur, Malásia

Outros pontos turísticos em Kuala Lumpur: Bukit Bitang (um centro comercial com lojas de luxo), Sunway Lagoo (um parque aquático com bungee jump), Thean Hou Temple (templo budista), Perdana Botanical Gardens, Islamic Art Museum,.

Diversão noturna, bares e restaurantes: a rua Jalan P Ramlee, localizada à direta das Petronas (a continuação da rua) é cheia de restaurantes, pubs, bares, bistrôs, casas noturnas, etc. Passamos por ela para ir no Hard Rock Cafe Kuala Lumpur (para quem não sabe, a gente coleciona copos da franquia), e ficamos impressionados com a quantidade de opções para se divertir.

Sugiro muito o restaurante Lai Po Heen, de comida cantonesa. Veja o review do nosso jantar clicando aqui.

Comidas locais: Chicken Rice (arroz perfumado servido com frango assado e molho de pimenta), Pie Tee (cone crocante feito com farinha de arroz, recheado com nabos, cenouras e ovos cozidos ou tiras de omelete e folha de coentro), Putu Bamboo (um tipo de bolo doce, feito a base de coco, vaporizado em tubos de bambus), Ais Kacang com sorvete (é um tipo de sorvete feito com raspas de gelo com geleias, milho doce e feijão vermelho), Mua Chi (feito de farinha de arroz, envolto a gergelim e amendoim esmagado), Roti Canai (café-da-manhã preferido dos malaios: pão tufado servido com curry). 

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Fabiane Teixeira

Brasileira, Mineira de Belo Horizonte, 35 anos, conhece 38 países, é Advogada e Professora de Direito Civil, e nas horas vagas Viajante e Blogueira. Junto com meu Fábio vamos conhecer e te apresentar o mundo!

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